domingo, 13 de agosto de 2017

O BUSTO DO DOUTOR HIDEYO NOGUCHI



Hideyo Noguchi nasceu na aldeia de Sanjogata, em Fukushima, no Japão, em 09 de novembro de 1876. Ele morava em uma fazenda muito pobre. Seu pai era carteiro da vila, e sua mãe trabalhava nos campos de arroz.

 
 
 

Aos dois anos de idade, sofreu um acidente em que se queimou gravemente, especialmente seu corpo e seu braço esquerdo. As queimaduras deixaram-lhe muitas cicatrizes e deformou seu braço de tal maneira que perdeu muitos de seus movimentos.



 
 
Seu pai era viciado em álcool e jogos de azar, deixando a mãe de Hideyo praticamente sozinha na incumbência de alimentar e criar sua família. Ela sempre incentivou o filho nos estudos.



 
Hideyo se destacava por sua inteligência. Na juventude, entrou na Escola de Medicina de Tóquio e em 1897 obteve seu diploma. Depois entrou no Instituto de Doenças Infecciosas, em Tóquio, então dirigido pelo Professor Kitasato, descobridor dos organismos provocadores do tétano e da pestilência.

 
Em 1901, Hideyo foi trabalhar na Universidade da Pênsilvania, onde ele começou sua carreira de investigação médica. Ele foi um dos pesquisadores que descobriram que o antídoto para picadas de cobra poderia ser produzido a partir do próprio veneno da cobra, o soro antiofídico.




 

Foi premiado com um Carnegie Fellowship  e estudou em Copenhague, em 1904, com aquele considerado o maior especialista europeu em substâncias venenosas, Thorwold Madsen.

Em 1904 ainda, Hideyo Noguchi mudou-se para Nova York, onde ganhou a naturalização americana e concentrou sua pesquisa sobre a sífilis, uma doença que não era bem compreendida na época. Ele estabeleceu um método simples para detectar a doença em suas diversas formas. Sua pesquisa ganhou reconheciemento mundial. Foi descobridor do agente patógeno da sífilis em 1911.

 
 
 

Em 1927, fez uma grande descoberta onde comprovou que a febre amarela se tratava de uma doença viral e não bacterial, como antes se pensava. E foi durante suas pesquisas sobre a febre amarela, que ele acabou contraindo a doença, que o levou à morte em 21 de maio de 1928, na África, em Accra, atual Gana.
 
 
 
 

Noguchi foi indicado a três prêmios Nobel, foi premiado com medalhas dos reis da Dinamarca e  Espanha, e recebeu numeroso títulos honoris em diversas universidades no mundo todo.

Seu rosto está presente na cédula de mil ienes desde 2004.

 
 
 

 
Hideyo Noguchi esteve em Campinas na década de 1920.
 
O busto do Doutor Hideyo Noguchi foi inaugurado no dia 05 de junho de 1967 com a presença do governador na província de Fukushima. O busto é obra do escultor japonês Iwo-Kame e foi feito em comemoração dos 50 anos da imigração japonesa. Está situado na Praça Hideyo Noguchi, próximo ao Clube Nipo Brasileiro,  no Jardim Guanabara.

 



Fontes:

 


 
 
 
ALEXANDRE CAMPANHOLA

domingo, 30 de julho de 2017

GRANDES HOMENS DE CAMPINAS: Salvador Leite Camargo Penteado



Salvador Leite Camargo Penteado nasceu em Campinas, no dia 02 de maio de 1847. Era filho de Domingos Leite Penteado e de Dona Maria da Rocha Camargo. Passou a infância na fazenda de seus pais.

Casou-se em fevereiro de 1878, com Dona Leonor Teixeira Nogueira, com a qual teve cinco filhos, dentre eles Heitor Teixeira Penteado, que foi prefeito de Campinas
 



 

Cursou Humanidades no Colégio Culto à Ciência e após à conclusão do curso, matriculou-se na Academia de Medicina, no Rio de Janeiro, onde fez o primeiro ano em 1871 ou 1872, mas desistiu do curso durante o segundo ano. Resolveu, então, começar a cursar Direito, em 1873, na Província de São Paulo. Neste período, eram fortes no meio universitário as ideiais republicanas vigentes, que foram expostas no manifesto de 1870. Salvador Leite Camargo Penteado tornou-se membro do Clube Republicano Acadêmico da capital da província.


Foi um dos fundadores, em 19 de maio de 1876 do jornal “A República”,  cuja finalidade principal era difundir as ideais republicanas. Também foi um dos redatores do jornal.

 
Em novembro de 1877, Salvador Leite Camargo Penteado formou-se em Direito e voltou para Campinas para exercer sua profissão. Com isso, deixou de atuar na imprensa revolucionária  e naquele jornal que colaborou na fundação.

 
Mas, continuou como membro influente na comunidade republicana , sendo alheio aos serviços dirigidos por seu grande amigo Francisco Glicério, o qual era um dos grande expoentes das ideais republicanas na Província de São Paulo.


Foi eleito vereador de Campinas e tomou posse no dia 7 de janeiro de 1881.

Ainda em 1881, foi nomeado juíz municipal e de órfãos da comarca, quando exercia o cargo de vereador. A nomeação foi feito pelo Barão de Ataliba Nogueira, um parente a fim do Dr. Salvador Penteado, e legitima influência conterrânea no Partido Liberal que dominava ao tempo. Após consultar os chefes republicanos sobre a nomeação, os quais se agradaram com tamanha atribuição a um membro do partido, Salvador Penteado assumiu e cumpriu o cargo até 1884.

 
De 1885 a 1886, ele exerceu novamente a advocacia, em seu escritório em Campinas, que neste último ano era na Rua Rosário, atual Avenida Francisco Glicério, no número 35.

 
Em 1886 foi eleito novamente vereador à Câmara Municipal, e exerceu seu mandato de 1887 a 1890, sendo seu presidente até 2 de janeiro de 1888. Por indicação sua, passou a denominar-se “13 de maio”, a antiga rua de São José.

 
Salvador Penteado administrou a Câmara de Campinas com destaque no período de 1881 a 1884, quando houve uma mobilização da Câmara no sentido de estabelecer água e esgoto à cidade, e iniciativas de melhoramentos na grande Praça Carlos Gomes com a construções de três chafariz.


Durante sua vida, Salvador Leite Camargo Penteado dedicou-se ao movimento que resultaria na Proclamação da República no Brasil, representando os republicanos de campinas tamanho os esforços e a fidelidade para difundir a propaganda do partido.


Retirou-se da política, quando viu que os homens que se diziam dedicados à causa mais o eram aos interesses pessoais do que aos princípios. A partir de então, concentrou-se inteiramente no amor à família.


Foi homenageado com seu nome dado a uma rua em Campinas, Rua Dr. Salvador Penteado, a qual começa na linha da Mogiana e termina na Rua Rafael Sales, no Bairro Chapadão.

 
Salvador Leite Camargo Penteado morreu aos 55 anos,  em Campinas, no dia 30 de setembro de 1902.

 

 

Fontes:

 

 

ALEXANDRE CAMPANHOLA

sábado, 29 de julho de 2017

RETRATOS DE CAMPINAS: MAIO, JUNHO E JULHO

 
 
 
 
 
RUA MARECHAL DEODORO
 
 
 
 

RUA IRMÃ SERAFINA
 
 
 
 

RUA PROFESSOR LUIZ ROSA
 
 
 
 

RUA IRMÃ SERAFINA





RUA BARÃO GERALDO DE RESENDE

ALEXANDRE CAMPANHOLA

sábado, 15 de julho de 2017

RUA BARRETO LEME: Quem foi Barreto Leme?




Francisco Barreto Leme do Prado foi descendente da antiga família Raposo Góes. Nascido na então Vila de Taubaté em 1704, era o sétimo filho de Pedro Leme de Prado e Francisca de Arruda Cabral.






Casou-se em 1730 com Rosa Maria de Gusmão, da estirpe dos Garcias Velhos, isto aos 26 anos de idade.

Foi proprietário de um sítio de cultura em malacacheta, perto de Pouso Frio, no município de Taubaté.





Veio estabelecer-se na vila de Jundiaí e ouvindo falar das boas terras entre Jundiaí e a vila de Mogi-Mirim, passou a residir num lugar denominado Mato Grosso em 1739, pouso dos bandeirantes que seguiam para Goiás e Cuiabá.





A povoação foi crescendo e Barreto Leme, que era um dos homens mais importantes do lugar, muito fez por ele, a ponto de conseguir a criação da Freguesia das Campinas de Mato Grosso, tendo doado, ao que se diz, o terreno para a construção da igreja do lugar.




Aos 27 de Maio de 1774, o governador da capitania, Dom Luiz Antônio de Souza Botelho Mourão, atendendo, naturalmente, ao seu mérito, nomeou-o fundador da freguesia.






No dia 14 de Julho de 1774, Barreto Leme conseguiu inaugurar uma capela com uma
missa solene e benção da pia batismal. Esse acontecimento marcou a fundação do Distrito e Freguesia de Nossa Senhora da Conceição. Em 1797, a Freguesia de Campinas foi elevada a Vila de São Carlos.






No Ano de 1842, passou a categoria de cidade com o nome de Campinas.






Barreto Leme morreu no dia 13 de Abril de 1782, aos 78 anos, sendo o seu corpo sepultado na igreja Matriz da Freguesia, que é a atual Matriz do Carmo, ao lado direito de quem entra.

 
 
A Rua Barreto Leme recebeu este nome em 1869 no plenário da Câmara Municipal, em homenagem ao fundador de Campinas Barreto Leme, sendo chamada antes de "Rua da Matriz" por causa da igreja construída de costas para ela. Depois disso ainda foi denominada "Rua da Matriz Velha", por causa da construção de uma nova igreja.
 
 
 
Além de ser conhecida por homenagear o fundador de Campinas, esta rua também é considerada um espaço que centraliza vários pontos culturais como escolas, sebos tradicionais e livrarias.
 





Barreto Leme morou na rua que hoje leva seu nome. O prédio em que morava foi demolido para abrir a Rua Dr. Quirino, a partir da atual Avenida Benjamin Constant.





A Associação Campineira de Imprensa (ACI) está localizada nesta rua desde 1927, idealizada pelo professor Roberto de Souza Pinto. Foi a primeira entidade de jornalistas fundada no estado de São Paulo. Também nesta rua encontra-se a Sociedade Israelita Brasileira Beth Jacob que realiza serviços religiosos em sua sinagoga e ministra aulas de cultura judaica e hebraico.




A Rua Barreto Leme começa na Rua Dr. Ricardo e se prolonga até a Avenida José de Souza Campos, no Cambuí, passando em seu percurso pela Matriz do Carmo e Prefeitura Municipal de Campinas.








Fontes:


Souza, Maria do Carmo.Você e o município: estudos sociais: 3 série, 1 grau/ Maria do Carmo Souza, Campinas(SP): Editora Campinas, 1986.

http://jornalocal.com.br/site/memorias/personagens/arquivo-529/

http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com.br/2008/11/personagem-jos-guedes-de-sousa-baro-de.html

http://www.emdec.com.br/hotsites/nossa_cidade/

 

 ALEXANDRE CAMPANHOLA

domingo, 21 de maio de 2017

CURIOSIDADES DE CAMPINAS: Jardim Itatinga



O bairro Jardim Itatinga, situado na região sudoeste de Campinas, é considerado uma das maiores áreas de prostituição da América Latina e o único bairro planejado para a prostituição no país. Localizado em uma área periférica envolvida pelas rodovias Santos Dummont e Bandeirantes, e próximo do Aeroporto Internacional de Viracopos, a região abrigava antes uma antiga fazenda de café chamada Pedra Branca, Itatinga em tupi-guarani.



 
O bairro foi criado em 1966, em plena ditadura militar, com a finalidade de isolar as profissionais do sexo dos moradores das outras áreas de Campinas, sobretudo da região central. A decisão de confinar a prostitução em uma área afastada do município, foi baseada nos conceitos morais e numa divisão entre os papéis de mulheres que não poderiam se misturar, principalmente com o grande crescimento urbano da década 1960, devido à industrialização.

A partir de 1966, com o apoio da opinião pública, começou a chamada “Operação Limpeza”, quando as prostitutas que trabalhavam de forma independente nas ruas da cidade foram perseguidas e foram feitos acordos para que as casas de prostituição mudassem para o novo terreno.

O surgimento da bairro Jardim Itatinga ampliou a divisão territorial que existe em Campinas nos aspectos socioeconômicos, uma vez que a região norte é onde estão os terrenos mais valorizados, os condomínios e shoppings, e na região sul concentram-se a maioria das ocupações informais, favelas e loteamentos populares.
 
 
 

Na região do bairro Jardim Itatinga vivem mais de nove mil pessoas, e mais de duas mil profissionais do sexo trabalham no bairro, em cerca de 200 casas de prostituição de pequeno, médio e grande porte. Muitas delas abordam os clientes na rua, enquanto outras ficam espalhadas em boates. Nem todas as pessoas que moram no bairro vivem da prostituição, por isso é comum encontrar casas com a sinalização “casa de família”, para informar não haver ligação com o mercado sexual. Há ainda na região do Itatinga postos de saúde, escolas de educação infantil e ONGs que realizam serviço social com a população.

Um problema social que se expressa na existência deste bairro é a questão da discriminação, pois o preconceito é uma realidade presente na vida das pessoas que vivem do mercado sexual, e ele também existe na visão social voltada para o Itatinga. Por uma questão de tabu e moralidade, a sociedade fecha os olhos aos fatores que estimulam este tipo de atividade, agrava o problema da marginaização e da divisão social.



 
Segundo a pesquisadora Diana Helene, com a criação do Jardim Itatinga, o planejamento urbano conseguiu realizar o seu objetivo de sepração, isolamento e confinamento, produzindo um território marginal e estigmatizado.

 

 

 
Fontes:

 



 

 
 
ALEXANDRE CAMPANHOLA

sábado, 13 de maio de 2017

UM OUTRO OLHAR PARA RUA 13 DE MAIO: ZILSON MINZON


Um outro olhar para Rua 13 de maio. Foi assim que Zilson Minzon, um amigo do blog, definiu seus registros fotográficos nesta rua de grande movimentação comercial do centro campineiro. Em vez de registrar o intenso trânsito de pessoas, as inúmeras lojas, o cotidiano agitado, ele preferiu olhar para as belíssimas sacadas das construções presentes nesta rua, e descobriu muita beleza e história.
A data de hoje é 13 de maio de 2017, dia em que foi assinada a Lei Áurea, que libertou os escravos no Brasil, e que, em homenagem, nomeia esta importante rua do centro campineiro.
Parabéns, Zilson, pelo ótimo trabalho!



Autoria fotográfica: Zilson Minzon






Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon






Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon






Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon





Autoria fotográfica: Zilson Minzon




ALEXANDRE CAMPANHOLA

sábado, 6 de maio de 2017

RUA IRMÃ SERAFINA: Quem foi a Irmã Serafina?



Maria dos Serafins Favre nasceu em Sabóia, na França, no dia 09 de outubro de 1844. Chegou ao Brasil em 1876, para atuar no Hospital da Santa Casa da Misericórdia.

 
 
 
 

Em março de 1879, a Irmandade de Misericórdia fundou o Asilo dos Orfãos, anexo à Santa Casa. Cinco anos depois, quando o estabelecimento já possuía 200 matrículas de crianças, sua direção ficou na responsabilidade da Irmã Serafina, e pelas irmãs Maria Micaela e Luiza Helena, todas da Ordem Religiosa de São José (da Congregação de Chambéry, na França). As irmãs também ministravam aulas de ensino do grau primário.

 

 

A Irmã Serafina teve uma atuação para sempre digna de todos os reconhecimentos, por conta de sua dedicação e assistência aos doentes atingidos pelo surto de febre amarela, no final do século XIX. Essa doença dizimou um terço da população campineira. Os doentes eram socorridos no pavilhão de isolamento da Santa Casa e em um hospital ambulante, criado por iniciativa das irmãs diante da urgência e do alastramento da doença.





A irmã Serafina faleceu em abril de 1889, aos 44 anos, depois de ter sido contaminada pela doença. Seu atestado de morte foi assinado pelo médico Ângelo Simões. A inscrição gravada em sua lápide traduz a fatalidade que lhe ocorreu, por causa do empenho no exercício de seu ofício: “Vítima de sua dedicação”.


 

A Rua Irmã Serafina tem seu início na Rua Uruguaiana e se prolonga até a Rua General Osório. Já foi denominada Rua do Brejo ou Rua da Bica Grande, pela existência de uma bica de água na esquina com a atual Rua General Osório.




Era conhecida como Rua 7 de Setembro até 1889, quando recebeu a designação atual após a aprovação da proposta ofertada pelos vereadores Dr. Ricardo Gumbleton Daunt, Otto Langaard  e José França Camargo. Como razão para propor esta denominação, foi justificado o desejo de render um tributo às “virtudes dos chamados mártires da caridade e abnegação que, no desenrolar da horrível peste, dizimou a população desta cidade, caíram vítimas de sua devoção e salvação de seus conterrâneos”.

 
 

Em 1934, a Rua Irmã Serafina foi desdobrada em duas partes por determinação do Prefeito Municipal, o engenheiro Perseu Leite de Barros. Assim, o trecho compreendido a partir da Rua General Osório até a Avenida Orosimbo Maia passou a denominar-se Anchieta. O trecho entre a Rua Uruguaiana até a General Osório permaneceu com a denominação de Irmã Serafina. Já na administração de Rui Novais a rua transformou-se em avenida com a separação das palmeiras centrais do jardim Carlos Gomes mantendo esta configuração até os dias atuais.




 


Alguns pontos conhecidos e importantes da cidade de Campinas situam-se na Rua Irmã Serafina. A Praça Carlos Gomes é um dos marcos históricos dessa rua. O maestro Antônio Carlos Gomes chegou a morar lá, quando era criança. Em 1883, a praça começou a ser enfeitada com palmeiras imperiais, sob orientação de Ramos de Azevedo. O coreto só foi construído em 1941.





Também está presente na Rua Irmã Serafina o Clube Semanal de Cultura Artística, fundado em 1857. Bento Quirino dos Santos foi um de seus fundadores e sua primeira sede foi na Rua Regente Feijó com a Barreto Leme. A soprano campineira Maria Monteiro e o maestro Carlos Gomes se apresentaram neste clube, dentre outros grandes nomes.

 
 

Na Rua Irmã Serafina está presente o Edifício Itatiaia, único projeto de Oscar Niemeyer em Campinas, cuja construção foi iniciada em 1953. Está rua também foi endereço do Campinas Palace Hotel.









O Centro Espírita Alan Kardec é outra construção conhecida desta rua.

 











Fontes:

 




 
ALEXANDRE CAMPANHOLA